quinta-feira, 8 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Um sol que nasce, cada dia que acordamos!
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11/07/2007
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"Aproximação" da escrita
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11/07/2007
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
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11/06/2007
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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11/05/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
Eu e todos os outros que fazem parte de mim
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11/05/2007
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domingo, 1 de julho de 2007
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7/01/2007
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
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6/08/2007
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segunda-feira, 4 de junho de 2007
Afastamento da escrita, porque....
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6/04/2007
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terça-feira, 15 de maio de 2007
Dois podem ser apenas um
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5/15/2007
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La Educación de las Hadas
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5/15/2007
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domingo, 13 de maio de 2007
Mas se trabalhasse para ser assim, deixava de ter tempo para usufruir de tudo isso, não?
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5/13/2007
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quarta-feira, 9 de maio de 2007
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5/09/2007
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terça-feira, 8 de maio de 2007
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5/08/2007
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5/08/2007
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5/08/2007
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Marcadores: As minhas meias-verdades
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segunda-feira, 7 de maio de 2007
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5/07/2007
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5/07/2007
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Por ordem de preferência:
1. Crónica do Pássaro de Corda, de Haruki Murakami, casadasletras
Surrealista. Envolvente. Nem se sabe muito bem por onde andamos. Não se sabe o que nos espera em cada virar de página. Surpreendente. Uma viagem pelos caminhos da mente e da sociedade nipónica.
2. Aroma, de Radhika Jha, Dom Quixote
A minha Índia uma vez mais. A condição feminina. Amor. Paixão. Especiarias. Numa história em que o amor assume variadas formas. O cheiro. As refeições indianas. As histórias por detrás dos cheiros.
3. O último alquimista, Micah Nathan, Publicações Pena perfeita
Ora bem... Não parei enquanto não cheguei ao fim à espera de qualquer coisa que não encontrei. Uma desilusão. Deve ser o papel da alquimia: correr atrás de algo que não existe.
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5/07/2007
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Mira Nair
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5/07/2007
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Palavras para quê?
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5/07/2007
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quarta-feira, 2 de maio de 2007
Por muito que se tente às vezes não é possível...
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5/02/2007
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terça-feira, 1 de maio de 2007
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5/01/2007
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Anjos exterminadores de...
... Jean-Claude Brisseau.
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5/01/2007
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Aqueles que vão além do possível.
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5/01/2007
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Xutos e Pontapés
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terça-feira, 24 de abril de 2007
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4/24/2007
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segunda-feira, 23 de abril de 2007
António Variações
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4/23/2007
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domingo, 22 de abril de 2007
Jay Jay Johanson
Neste caso, o melhor elogio que lhe posso fazer é:
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4/22/2007
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quarta-feira, 18 de abril de 2007
Um Funeral: O luto.
Tive uma piriquita durante 4 anos e meio. Agora morreu.
Como passava muito tempo sozinha em casa, resolvi levá-la para o meu local de trabalho. Ficou lá. Uns dias fazia mais barulho e faziam queixa dela. Outras ficava só ali a olhar. Mas nunca a deixei fugir para fora da gaiola, porque achei que não saberia viver em liberdade. Também nunca lhe arranjei um companheiro de cativeiro. Até ontem...
Ontem trouxe um piriquito verde para fazer companhia à piriquita azul. Deram umas bicadas quando os juntei. E deixei-os a passar a noite.
Hoje ia alegre para ver se a piriquita estava feliz por finalmente ter companhia. E a piriquita jazia no fundo da gaiola. Acho que o coração pequenino parou de bater quando finalmente conheceu o amor verdadeiro. Não sobreviveu à emoção da companhia. Já não estava sozinha em cativeiro. Finalmente tinha conhecido a companhia.
Tive pena de lhe ter trazido companhia quando já não tinha o coração forte.
Morreu a piriquita azul... Só me correu uma lágrima. E depois um sorriso porque tinha conhecido o amor antes de morrer.
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4/18/2007
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domingo, 15 de abril de 2007
cocorosie:
dia 14 de Abril
na Aula Magna
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4/15/2007
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quinta-feira, 12 de abril de 2007
Os trinta...
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4/12/2007
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segunda-feira, 2 de abril de 2007
A luz aparece quando menos se espera
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4/02/2007
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Passou-se qualquer coisa.
Não sei bem o que se passou.
Sou incapaz de escrever mais de quatro linhas.
Não me sinto capaz de escrever.
O que se passou?
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4/02/2007
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4/02/2007
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quinta-feira, 22 de março de 2007
Frankie Goes to Hollywood
A force from above
Cleaning my soul
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
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3/22/2007
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Alguém sabe responder?
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3/22/2007
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3/22/2007
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quinta-feira, 15 de março de 2007
Sinto-me sozinha.
Sinto-me farta de estar com pessoas.
Só.
Enfartada.
Sinto-me só
mas não consigo ir ter com alguém.
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3/15/2007
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Craig Armstrong and Elizabeth Fraser
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3/15/2007
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quarta-feira, 14 de março de 2007
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3/14/2007
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terça-feira, 13 de março de 2007
Yann Tiersen - monochrome
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3/13/2007
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Inacreditável como o TRaBaLHo nos colhe toda a CRiaTiViDaDe...
Nota-se, não?
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3/13/2007
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3/13/2007
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quarta-feira, 7 de março de 2007
Esta semana, estava eu com um título de Tulipa Murcha, no MSN, quando fui abordada por um conhecido que me perguntou:
"Não terás tu a mania de arranjar problemas? Tens família, trabalho, dinheiro para viajar, não estás doente, imensos homens interessados em ti, amigos... Porque te sentes murcha e infeliz?"
Fiquei a pensar nisto. Sinto-me triste, porque nem sempre gosto das minhas atitudes e comportamentos. Sinto-me triste porque o meu amor não sabe para onde se dirigir. Sinto-me triste cada vez que me sinto mal amada. Sinto-me triste essencialmente por aquilo que me é mais importante: O amor, o que me tenho e o que lhe tenho.
Realmente posso ter a mania de arranjar problemas. É, até, muito provável que assim seja. Para quê maltratar-me e não me amar como mereço? Para quê, maltratar-me e esperar que um dia me amem como mereço? Para quê arranjar estes problemas? Simplificando? uhmmm... Não me parece que consiga! A mesma pessoa disse que eu sou muito complicada... Fica para a próxima!
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3/07/2007
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segunda-feira, 5 de março de 2007
"Amamos como nos amaram"
de Katherine Pancol
Colecção Dois Mundos
É um livro, que a meu vêr, não cativa pelo estilo literário, mas pelo conteúdo temático. Tal e qual o título explora de que forma é que o nosso passado, a nossa família e como as relações entre mães e filhos marcam as relações de intimidade no futuro.
Não sei bem se aconselho a ler... Mas é uma boa reflexão sobre o assunto: o excesso de amor e a falta dele, influenciam a forma como nos relacionamos com os outros!
Talvez me tenha identificado em algumas partes...
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3/05/2007
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Marcadores: Livros e mais livros do jardim
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Fico feliz quando corres para mim, como quem me descobriu naquele momento!
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2/25/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
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2/21/2007
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2/21/2007
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
eXPECTATIva
Há uma coisa que eu acho ser a origem de alguns conflitos, tristezas e sentimentos de angústia:
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2/20/2007
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
NeceSSidade de tUdo e de nAda!
Existem poucas coisas que me fazem sentir tão mal,
como quando sou ignorada ou se esquecem de mim...
É sempre nestes dias que me lembro de Jorge Palma:
"reduz às necessidades se queres passar bem"
Deve-se reduzir a todas as necessidades.
Necessidade de ser lembrado,
Necessidade de ser amado,
Necessidade de ser tocado,
Necessidade de ser ouvido,
Necessidade de ouvir,
Necessidade de ter coisas,
Necessidade de ser ou ter.
Acho que estou num processo de reduzir às necessidades.
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2/19/2007
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Um Bom-Dia para quem chegar HojE AQui
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2/15/2007
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Cada lágrima que cAi
é
apenas mais um sol que brilhou noutro diA.
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2/15/2007
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Marcadores: FaNTASIA
Era uma vez...
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2/15/2007
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A transparência da condução
A condução de um veículo pode ser solitário.
De repente parece que somos apenas nós e o volante, as rodas, o asfalto.
A condução pode ser libertadora.
Quando dói mais, carregamos no acelerador até ao fim.
Quando a dor já faz parte do nosso carpo,
andamos mais devagar.
Às vezes, não vemos as passadeiras nem as pessoas.
Às vezes não sabemos para onde vamos.
Às vezes achamos que ninguém nos vê.
E de repente, paramos numa passadeira,
porque vimos alguém.
Paramos e esquecemo-nos que estamos a chorar
e,
o nosso pranto cruza-se com o olhar do outro...
Que fica sem saber o que fazer.
Percebemos a hesitação em avançar, percebemos a hesitação em avaliar o que faz alguém andar de carro, com as lágrimas a dançarem ao som da música, que pede apenas para que voltes a acender a vela que se apagou com o vento fraco.
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2/15/2007
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"Ultraviolet (Light My Way)" - u2
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2/15/2007
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
domingo, 11 de fevereiro de 2007
Lindo!
Uma família à beira de um ataque de nervos
Um filme absolutamente imperdível. Como é que num drama se chora de tanto rir? Eu chorei a rir. Não conseguia parar de rir. E isso não é uma coisa comum, nem tão pouco fácil. Não rio assim tanto quanto isso nos filmes que vejo. Choro com mais facilidade nos filmes, contudo este puxou um riso misturado com ternura e magia.
Uma família tão desajustada quanto algumas que conheço. E a constatação de que é nos limites que percebemos algumas das coisas mais importantes que nos rodeiam. Um forte sentido crítico ao sonho americano.
Uma história de chorar que nos faz rir muito!
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2/11/2007
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sábado, 10 de fevereiro de 2007
É preciso parar para ver!
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2/10/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
Como se escrever me fizesse não esquecer.
Como se escrever me fizesse perder.
Como se escrever fosse apenas a forma disforme de não ser esquecida.
Como se escrever pudesse prolongar a dor que não sei onde pôr.
Como se escrever fosse um acto de suicídio constante, a ver se nunca se torna real.
Como se escrever pudesse alguma coisa para além de escrever.
Como se escrever me fizesse chorar em silêncio.
Como se escrever me fizesse não lembrar.
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2/10/2007
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2/10/2007
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Diamante de sangue.
Um filme forte.
Fechei os olhos para não ver as atrocidades que sei não serem apenas ficção. Contudo vi o suficiente para recordar outros filmes sobre África. Outros que me fizeram chorar. Este também fará chorar qualquer pessoa que tenha os olhos ainda com água suficiente para deitar fora.
Um filme simples. Com boas representações e alguns pontos que caracterizam os Africanos ou aqueles que algum dia andaram por aquelas paragens. A terra que se entranha na alma. A riqueza que provoca pobreza. As crianças que não são. E as rivalidades tribais pagas pelos senhores da guerra que vão às Nações Unidas oferecer a sua compreensão pelos povos em guerra constante.
Paisagens magníficas, porque a "Serra Lea quando estiver em paz será um paraíso"...
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2/10/2007
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
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2/06/2007
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
As minhas partidas românticas são sempre de comboio
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2/05/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
Andei a ler um livro interesssante. Não sei bem se é uma autobiografia ou um ensaio sobre literatura. A autora Rosa Montero, Madrilena, terminou explicando que é um livro sobre Loucura, Imaginação e Amor. Não se lê com a fluidez como se fosse um romance, mas para-se de tempos a tempos para tirar uma ou outra anotação.
Comprei-o por causa de uma crítica que li no Público, onde referiam que era importante ler este livro antes de decidir se se queria ser leitor ou escritor. Comprei-o com uma certa expectativa. Não correspondeu totalmente, porque a nossa imaginação tem tendência a ser melhor que a realidade. No entanto, gostei. E assim, aqui vão algumas das citações que retive:
"Pois bem, o romancista tem o privilégio de continuar a ser uma criança, de poder ser um louco, de manter o contacto com o disforme." pp.13
"Isto é, sabemos que dentro de nós somos muitos." pp. 19
"... considerava que a palavra era o meu forte, a minha arma secreta. Assim como outras seduziam agitando cabeleiras louras ou longas pernas, eu saía-me sempre melhor quando contava coisas. " pp. 22
"...enquanto são só ideias e projectos, os nossos livros são absolutamente maravilhosos, os melhores livros que alguém já escreveu." pp. 32
"Creio que os vivi bastante a fundo e talvez por isso os recorde tão mal." pp. 141
"Irradiava aquela exuberância mágica que o bom sexo proporciona." pp 156
"Também poderia dizer que escrevo para suportar a angústia das noites. No desassossego febril das insónias, enquanto damos voltas e mais voltas na cama, precisamos de pensar em alguma coisa para que as trevas não se encham de ameaças." pp 164
A louca da casa
Rosa Montero
Edições ASA
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2/05/2007
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Fui ver o Scoop e o Apocalypto.
De um gostei. Do outro não.
Um fez-me rir. O outro nem me fez chorar.
O primeiro apesar de ser nitidamente para entreter, ainda encontrei aspectos para pensar. O segundo, talvez feito para promover o pensamento, nem sequer me entreteu.
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2/05/2007
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Tenho acordado a ouvir:
The plan it wasn't much of a plan
I just started walking
I had enough of this old town
had nothing else to doIt was one of those nights
you wonder how nobody died
we started talking
You didn't come here to have fun
you said: "well I just came for you" But do you still love me?
do you feel the same
Do I have a chanceof doing that old dance
with someone I've been
pushing away
And touch we touched the soul
the very soul, the soul of what we were then
With the old schemes of shattered dream
slying on the floor
You looked at me
no more than sympathymy lies you have heard them
My stories you have laughed with
my clothes you have torn
And do you still love me?
do you feel the same
And do I have a chance
of doing that old dance again
Is it too late for some of that romance again
Let's go away, we'll never have the chance again
You lost that feeling
You want it again
More than I'm feeling
you'll never get
You've had a go a
tall that you know
You lost that feeling
so come down and show
Don't say goodbye
let accusations fly
like in that movie
You know the one where Martin Sheenwaves his arm to the girl on the street
I once told a friendthat nothing really ends
no one can prove it
So I'm asking you now
could it possibly bethat you still love me?
And do you feel the same
Do I have a chance
of doing that old dance again
Is it too late for some of that romance again
Let's go away, we'll never have the chance again
I take it all from you
I take it all from you
I take it all from you
I take it all from you
I take it all from you
I take it all from you
dEus - "nothing really ends"
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2/01/2007
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Para a Carla de Elsinore
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1/31/2007
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1/31/2007
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
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1/26/2007
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terça-feira, 23 de janeiro de 2007
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1/23/2007
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domingo, 21 de janeiro de 2007
MY WAY
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Quem prende quem?
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"A louca da casa"
Ao longo de um dia, passam-nos vários pensamentos pela cabeça. Passado. Presente. Futuro. Lembramo-nos de coisas que nos disseram. Cenas de filmes que vimos. Passagens de livros. Ou simplesmente coisas que vemos. Tudo isto se mistura até criar uma cor ocre que preenche os vazios da nossa mente. Ou, como dizia Santa Teresa de Jesus, da nossa louca da casa: a imaginação.
Hoje houve três pensamentos que me vieram várias vezes à cabeça.
A inevitabilidade do acaso. Um sobre a C. que me disse que ainda bem que me tinha apresentado a E., porque sabia que eu lhe estava a dar, o que ela própria não conseguia. E estão aqui dois aspectos implícitos que considero tornarem a existência mais doce: a humildade de reconhecer as limitações e a forma como entramos na vida das outras pessoas quando elas/nós precisam/os. Todos nós nos cruzamos. Reparamos nuns e noutros não. Falamos hoje e amanhã já não nos identificamos. E existem aqueles que uma vez fazendo parte das nossas vidas, não podem voltar a partir.
Um galo no galinheiro. Certo dia, um amigo disse-me para ir almoçar com ele, porque gostava de entrar no restaurante e sentir que todos os homens o invejavam por ele estar com uma mulher atraente. Fez-me pensar em como os homens são como os galos e gostam de se sentir no centro do galinheiro. Podem namorar com uma mulher discreta, mas alguns não gostam de perder a oportunidade de incharem o papo com o olhar dos outros, enm que seja com uma amiga. Quase como se existisse no básico uma vontade dos homens se sentirem com um "pénis" maior do que o de todos os outros.
Dietas, o meu problema. Há formas de se dizer determinadas coisas. E existem pessoas que colocam charme sempre que falam. A propósito da minha dieta, um homem disse que eu não era gorda. Era um tipo físico grande, como o eram as típicas divas italianas. Achei imensa piada, porque isto é saber comunicar e encontrar os pontos positivos, naquilo que para a maioria poderão ser defeitos. Haja mais charme na comunicação e as pessoas serão mais felizes. Quer as que falam com charme, quer as que recebem o seu efeito.
Estas foram algumas das ideias que tomaram conta da louca da casa.
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1/21/2007
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
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terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Entrelaçados
Conheço poucas imagens tão sublimes quanto dois corpos entrelaçados. Um pé que se enrosca noutro pé. Um braço que passa por cima do corpo e nos abraça enquanto adormecemos. Um movimento para o corpo se ajustar ao outro corpo.
Como disse, conheço poucas imagens tão sublimes quanto dois corpos entrelaçados a dormirem. A repiração que se ajusta, como se a natureza fosse feita para que dois corpos acabassem sempre juntos. O batimento cardíaco que desacelera.
E enquanto dormem encontram-se. Falam linguagens que não conhecemos, que não dominamos enquanto estamos acordados. Como se terminasse uma dança e começasse outra, quando adormecemos entrelaçados. Como se dormir entrelalaçado em alguém fosse um quarto de comunicação com a outra pessoa. Como se dormir entrelaçado pertencesse a um quadro renascentista com as peles em dourados e cores quentes.
Conheço poucas sensação tão sublimes quanto dormir entrelaçada em alguém quando o meu corpo se entende com o outro corpo. Quando a minha respiração se funde na outra e a certa altura já não me sinto. Apenas nos sinto: a ambos em sintonia.
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Ísis Osíris
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1/16/2007
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Marcadores: Emoções das Tulipas
Abortar. Viver. Morrer.
No fim de semana estava a jantar com os meus pais, enquanto víamos o telejornal. De entre os vários assuntos acabamos uma vez mais a falar sobre o referendo do aborto.
Os meus pais enquanto religiosos convictos são contra. Dizem que a consciência deles não ficaria descansada se fossem a favor da morte. Influenciados pelo discurso religioso que ser a favor do aborto é ser a favor da pena de morte. Tentei que a discussão abandonasse a tonalidade moral e se colorisse de aspectos mais práticos.
O aborto existe. Quer seja legal ou não fazê-lo. Vai sempre existir. O enfoque deveria ser colocado noutras tonalidades. A questão da saúde pública. A questão da falta de informação/ formação. A questão das condições psicológicas para se ser mãe. A questão da vida dessas crianças que não são desejadas.
Sou a favor de que seja despenalizado o aborto. Sinto-me influenciada pela crescente, e quiçá exagerada, preocupação com o bem estar das pessoas, quando me posiciono assim. Mas a verdade é que a ciência tem vindo a desenvolver-se para melhorar a nossa qualidade de vida, ou não? As espécies têm vindo a evoluir. Quem sabe esta não é também uma forma de evolução? Ou talvez estejamos enganados, e enquanto animais devemos procriar sempre, independentemente de todos os outros factores envolvidos? Ou então podemos ainda ser mais demagógicos e discutir o que se considera um ser humano.
Como tento ser pragmática, sou a favor. Sou a favor com responsabilização. Sou a favor da responsabilização de cada MULHER para que esta se lembre que em conjugação com um HOMEM tem o poder de gerar VIDA. E sou a favor de os HOMENS sejam capazes de procriar em consciência, já que somos dotados desta característica que nos distingue dos animais, que é o complicado campo emocional.
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Ísis Osíris
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1/16/2007
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
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1/15/2007
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Marcadores: As minhas meias-verdades
Nem sempre fazemos o que planeamos.
Por vezes temos de alterar tudo o que tínhamos planeado para o fim de semana. Acontece. Não é premeditado. Umas vezes, por bons motivos e, outras vezes nem tanto. Contudo alteramos. E depois até nos esquecemos do que tínhamos pensado antes da alteração. Deixamo-nos ir na corrente de acontecimentos para viver o que vai surgindo perante os nossos olhos. E quando chegamos ao fim felizes com isso, percebemos que ainda bem que estamos abertos às mudanças de planos, porque nem sempre sabemos o que é melhor para nós.
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1/15/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
Início de temporada
Estou obviamente a falar da temporada cinematográfica. Por acaso, não é assim tão óbvio, mas já tinha escrito a palavra e não me apeteceu apagar. Acontece-me isso às vezes. Escrevo determinado texto por ter saído uma palavra ao acaso ou fruto de um engano. Agora já ficam a saber de onde vêm determinadas coisas.
Voltando ao início: este ano fui três vezes ao cinema. Fui ver "A ciência dos sonhos", "O amor não tira férias" e o "Apocalypto". E escrevo apenas para dizer que tenho pouco para dizer dos filmes. O que quer dizer que eles cumpriram poucos dos critérios com que avalio os filmes (veja 1º post sobre Dias de Tela). E quando é assim, alguns podem cumprir a sua função lúdica. "O amor não tira férias" cumpre esse critério. Faz-nos rir. Faz-nos querer que o Jude Law nos bata à porta bêbado! Nos outros dois podem encontrar-se uma ou outra coisa interessante, mas em comum têm a mensagem de que nós vemos o que queremos e corremos na vida em função do quanto acreditamos nisso. Como poderão imaginar, cada qual à sua maneira.
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1/15/2007
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
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1/10/2007
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domingo, 7 de janeiro de 2007
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1/07/2007
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que animação!
Ontem uma rapariga olhou para mim e, com um sorriso verdadeiramente autêntico disse-me: "Que bom encontrar-te! É que estar contigo anima a minha existência!"
E eu Ri! E pensei: "Ouvir estas coisas também animam a minha existência!", mas não lhe disse. Estou ansiosa por voltar a vê-la para lhe dizer isto exactamente. E não tinha interesse sexual, porque eu perguntei-lhe.
Digam sempre tudo o que pensarem dos outros, porque podem animar a existência de alguém. Não se privem de dar elogios...
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1/07/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
Let's dance
Let's dance to the song
they're playin' on the radio
Let's sway
while color lights up your face
Let's sway
sway through the crowd to an empty space
If you say run, I'll run with you
If you say hide, we'll hide
Because my love for you
Would break my heart in two
If you should fall
Into my arms
And tremble like a flower
Let's dance for fear
your grace should fall
Let's dance for fear tonight is all
Let's sway you could look into my eyes
Let's sway under the moonlight,
this serious moonlight
If you say run, I'll run with you
If you say hide, we'll hide
Because my love for you
Would break my heart in two
If you should fall
Into my arms
And tremble like a flower
Let's dance put on your red shoes
and dance the blues
Let's dance to the song
they're playin' on the radio
Let's sway you could look into my eyes
Let's sway under the moonlight,
this serious moonlight
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1/07/2007
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sábado, 6 de janeiro de 2007
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1/06/2007
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As outras flores que habitam em minha casa: Narciso e Maria Papoiola
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1/06/2007
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Lonely Can be Sweet
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1/06/2007
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Marcadores: Poesias musicais
Existem poucas coisas tão boas, quanto acordar num sábado de sol, com os gatos a fazerem "romrom". Acordar cedo para ver o dia passar depois de uma noite de sonhos em Inglês. Sentir o vento frio da manhã. Comprar o jornal e sentar-me no meio de livros a tomar o pequeno almoço. Andar de carro, nas ruas quase desertas a ouvir CSS - Cansei de ser sexy-. Existem poucas coisas tão boas, quanto estar descansada em casa a ouvir David Mathews Band, enquanto faço sopa de legumes.
Na verdade, existem poucas coisas tão boas quanto estar bem só.
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1/06/2007
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
"O meu Amor tem..."
É importante deixar ir. Deixar ir o nosso Amor. Ele sabe voltar. Voltará se assim quiser. É importante deixá-lo livre de nos amar ou não amar. Aceitar isso. Isso que nos deixa, por vezes, infelizes, porque não acontece exactamente como queríamos.
É importante olhar para o Amor de frente e dizer-lhe: "És livre de não me amar. És livre de não me amar sempre. És livre de voltar e, voltar a amar-me. Essencialmente és livre."
É importante aprendermos a viver sem o ansiedade que o Amor se vá sem que nos diga adeus. É também importante acreditar. Acreditar que se o Amor não ficar... Não é por sermos maus, ou não merecermos. Às vezes, é apenas porque não seria o melhor para aquelas duas pessoas estarem juntas, ou então, porque o Amor não está preparado para acontecer ali, naquele momento.
É importante vivermos perto do Amor, sem medo de o perder, sem medo que ele seja LIVRE.
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Ísis Osíris
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1/04/2007
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Enquanto estive doente, parte das minhas horas foram passadas a ver filmes. Decidi ver aqueles filmes que alguém me falara e que nunca tinha visto.
Antes de avançar e expor aqui os filmes que vi, decidi fazer uma pequena análise. É interessante pensar no que me faz gostar de um filme. Nem sei bem se algum dia me dei a esse trabalho. De uma forma sistemática não. Talvez no meio de conversas já tenha referido alguns dos motivos.
Então vejamos:
1. A fotografia do filme;
2. A banda sonora;
3. O enredo;
4. Mostrar culturas, sociedades ou épocas diferentes da minha;
5. A forma que o filme tem;
6. (O mais importante.) Ficar a pensar em alguma coisa no fim do filme;
Sendo assim, o que são para mim filmes inesquecíveis são os que fiquei a pensar na vida que me rodeia em geral e na minha própria vida. E por isso, o que hoje é um filme que gosto muito, amanhã pode não o ser e, obviamente vice-versa.
Depois desta pequena introdução, passo a mostrar quais os filmes que acompanharam os meus dias:
Alta Fidelidade
Uma mistura do papel da música nas nossas vidas misturado com uma análise sobre o comprometimento emocional aos 30 anos. O revisitar das relações do passado para perceber a relação actual. O revisitar para compreender o que se quer para o futuro. A análise do entusiamo em conhecer alguém pela oposição do medo de se manter a construção de uma relação já conhecida. E o papel da música. O papel da música fez-me lembrar a coletânea que fiz para oferecer ao meu amor, com todas as letras a dizerem-lhe o que eu nem sempre sou capaz de lhe dizer... Quem nunca fez isto? Quem nunca teve medo de se comprometer, por achar que poderia conhecer uma pessoa com quem se entendesse melhor, de quem gostasse ainda mais e se sentisse mais completo?
Water
Um filme lindo sobre as viúvas na Índia dos anos 30. Um filme sobre a anulação do papel pessoa em prol de um papel aparentemente menor, o de mulher. A submissão aos costumes de uma religião que por vezes só serve os interesses pessoais. E fez-me lembrar quantas atrocidades não se comentem mascaradas de interesses superiores e aparentemente grandiosos.
A domadora de baleias
Quem nunca quis desesperadamente agradar a alguém sem o conseguir? Quem nunca chorou por se sentir pouco capaz? Quem nunca pensou usar poderes mágicos para mudar alguma coisa?
Os Maoris. As lendas. Um povo. As baleias.
Romance e cigarros
É um musical interessante, divertido e profundo. Mostra um pouco a realidade da amante, da mulher atraiçoada e de como o homem decide quando se confronta com a escolha. E como diz uma minha amiga "alguns filmes baseiam-se em realidade, portanto o que lá acontece é provável que se repita na vida comum".
Magnólia
É um filme com uma carga emocional fortíssima. O confronto com a morte e com tudo o que as pessoas querem fazer quando a sentem por perto. É uma história de expiação dos erros do passado, num presente que se cruza com todos os personagens.
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Ísis Osíris
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1/02/2007
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segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Fim de semana no sofá
Há várias relações que se podem estabelecer ao longo da vida.
Uma dessas relações pode ser com o nosso sofá.
É confortável. Podemos deitar-nos em cima dele e virar e revirar e voltar a virar. Quando chegamos recebe-nos de braços abertos. Quando vamos embora sem dizer nada ele não se queixa, porque confia e sabe que vamos voltar. E quando voltamos a deitar-nos com ele, o sofá sabe que nos tem só para ele pelo tempo que for necessário. Ele ganha as nossas formas. Nós acomodamo-nos a ele. Choramos. Caímos. E sentimo-nos como se fossemos abraçados. E mesmo quando saímos por mais tempo, ele conhece as nossas formas. E às vezes trazemos outras pessoas para ele sentir a vida que nos rodeia. Deixamos entrar alguém na nossa intimidade. Não é sempre, porque precisamos de tempo para sentir. Sentir o vazio de estar no sofá. Às vezes, o sofá fica velho. As nossas formas já não se acomodam às formas dele. Ele já não nos abraça com a mesma graciosidade e compramos outro ou mandamos arranjar o mesmo. E aí... Voltamos a re-construir toda a relação de confiança e conforto sem a qual não sabemos viver.
Acho que não sabemos viver sem o nosso sofá.
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Ísis Osíris
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1/01/2007
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Marcadores: Emoções das Tulipas
Primeiro dia do ano
Primeiro dia do ano.
As frases batidas. As decisões de hoje que morrem amanhã. E vejo as tulipas caírem de um céu enevoado. Flores que explodem num todo de cores. Por momentos vejo um arco-íris. São tantas as cores que as estrelas podem ter. As estrelas num céu enevoado. Enevoado pelos meus olhos. Coberto de nuvens que teimam em esconder a lua. E ouvem-se as pessoas. Esperança nas promessas de um novo ano (que tal como me disse alguém: "os novos anos são como os políticos"). E repetem-se as frases batidas. Sempre as frases batidas já sem o sentido que aquelas palavras têm. E as decisões que vão morrendo conforme chega a manhã. E as pétalas das tulipas que caem. E as estrelas que nos iluminam para esperarmos pelo dia enquanto a escuridão nos envolve.
Primeiro dia do ano.
E a única coisa que me lembro é de que não posso esquecer que sou uma pessoa única, especial e linda! E o único desejo que tenho é de não me esquecer disso na hora de decidir nem nas horas que viver. E a única realidade que quero aceitar é o que de melhor for capaz de imaginar.
Primeiro dia do ano. 11680 dia da minha vida. Mais coisa menos coisa aqui estou eu, em cima de um monte capaz de avistar uma longa planície à minha volta cravada de tons avermelados ou alanrajados e sou apenas a Tulipa Vermelha. Aquela que sonha. Aquela que acredita no poder da fé.
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Ísis Osíris
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1/01/2007
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