quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A arte de roubar...
... É um filme de Leonel Vieira, com actores portugueses, falado em Ingês, com paisagem do alentejo e filmado em estilo Tarantino! é no mínimo inédito e no máximo insólito. Vale a pena ter a experiência.
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Ísis Osíris
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11/21/2008
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
les Femmes de L'Ombre
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10/27/2008
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sábado, 15 de março de 2008
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3/15/2008
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domingo, 9 de março de 2008
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3/09/2008
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
A outra margem
Mistura o prazer da fotografia com a música, a estória com os personagens, o drama com o ingénuo. Temos vontade de chorar, de rir e de saber mais sobre o que se passa para lá da tela. Preconceitos, liberdade, esperança e realização. Não é triste, mas apaixonante. Não é alegre, mas real.
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11/15/2007
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terça-feira, 15 de maio de 2007
La Educación de las Hadas
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5/15/2007
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segunda-feira, 7 de maio de 2007
Mira Nair
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5/07/2007
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terça-feira, 1 de maio de 2007
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5/01/2007
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Anjos exterminadores de...
... Jean-Claude Brisseau.
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5/01/2007
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domingo, 11 de fevereiro de 2007
Lindo!
Uma família à beira de um ataque de nervos
Um filme absolutamente imperdível. Como é que num drama se chora de tanto rir? Eu chorei a rir. Não conseguia parar de rir. E isso não é uma coisa comum, nem tão pouco fácil. Não rio assim tanto quanto isso nos filmes que vejo. Choro com mais facilidade nos filmes, contudo este puxou um riso misturado com ternura e magia.
Uma família tão desajustada quanto algumas que conheço. E a constatação de que é nos limites que percebemos algumas das coisas mais importantes que nos rodeiam. Um forte sentido crítico ao sonho americano.
Uma história de chorar que nos faz rir muito!
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2/11/2007
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sábado, 10 de fevereiro de 2007
Diamante de sangue.
Um filme forte.
Fechei os olhos para não ver as atrocidades que sei não serem apenas ficção. Contudo vi o suficiente para recordar outros filmes sobre África. Outros que me fizeram chorar. Este também fará chorar qualquer pessoa que tenha os olhos ainda com água suficiente para deitar fora.
Um filme simples. Com boas representações e alguns pontos que caracterizam os Africanos ou aqueles que algum dia andaram por aquelas paragens. A terra que se entranha na alma. A riqueza que provoca pobreza. As crianças que não são. E as rivalidades tribais pagas pelos senhores da guerra que vão às Nações Unidas oferecer a sua compreensão pelos povos em guerra constante.
Paisagens magníficas, porque a "Serra Lea quando estiver em paz será um paraíso"...
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2/10/2007
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Fui ver o Scoop e o Apocalypto.
De um gostei. Do outro não.
Um fez-me rir. O outro nem me fez chorar.
O primeiro apesar de ser nitidamente para entreter, ainda encontrei aspectos para pensar. O segundo, talvez feito para promover o pensamento, nem sequer me entreteu.
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2/05/2007
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Início de temporada
Estou obviamente a falar da temporada cinematográfica. Por acaso, não é assim tão óbvio, mas já tinha escrito a palavra e não me apeteceu apagar. Acontece-me isso às vezes. Escrevo determinado texto por ter saído uma palavra ao acaso ou fruto de um engano. Agora já ficam a saber de onde vêm determinadas coisas.
Voltando ao início: este ano fui três vezes ao cinema. Fui ver "A ciência dos sonhos", "O amor não tira férias" e o "Apocalypto". E escrevo apenas para dizer que tenho pouco para dizer dos filmes. O que quer dizer que eles cumpriram poucos dos critérios com que avalio os filmes (veja 1º post sobre Dias de Tela). E quando é assim, alguns podem cumprir a sua função lúdica. "O amor não tira férias" cumpre esse critério. Faz-nos rir. Faz-nos querer que o Jude Law nos bata à porta bêbado! Nos outros dois podem encontrar-se uma ou outra coisa interessante, mas em comum têm a mensagem de que nós vemos o que queremos e corremos na vida em função do quanto acreditamos nisso. Como poderão imaginar, cada qual à sua maneira.
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1/15/2007
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Enquanto estive doente, parte das minhas horas foram passadas a ver filmes. Decidi ver aqueles filmes que alguém me falara e que nunca tinha visto.
Antes de avançar e expor aqui os filmes que vi, decidi fazer uma pequena análise. É interessante pensar no que me faz gostar de um filme. Nem sei bem se algum dia me dei a esse trabalho. De uma forma sistemática não. Talvez no meio de conversas já tenha referido alguns dos motivos.
Então vejamos:
1. A fotografia do filme;
2. A banda sonora;
3. O enredo;
4. Mostrar culturas, sociedades ou épocas diferentes da minha;
5. A forma que o filme tem;
6. (O mais importante.) Ficar a pensar em alguma coisa no fim do filme;
Sendo assim, o que são para mim filmes inesquecíveis são os que fiquei a pensar na vida que me rodeia em geral e na minha própria vida. E por isso, o que hoje é um filme que gosto muito, amanhã pode não o ser e, obviamente vice-versa.
Depois desta pequena introdução, passo a mostrar quais os filmes que acompanharam os meus dias:
Alta Fidelidade
Uma mistura do papel da música nas nossas vidas misturado com uma análise sobre o comprometimento emocional aos 30 anos. O revisitar das relações do passado para perceber a relação actual. O revisitar para compreender o que se quer para o futuro. A análise do entusiamo em conhecer alguém pela oposição do medo de se manter a construção de uma relação já conhecida. E o papel da música. O papel da música fez-me lembrar a coletânea que fiz para oferecer ao meu amor, com todas as letras a dizerem-lhe o que eu nem sempre sou capaz de lhe dizer... Quem nunca fez isto? Quem nunca teve medo de se comprometer, por achar que poderia conhecer uma pessoa com quem se entendesse melhor, de quem gostasse ainda mais e se sentisse mais completo?
Water
Um filme lindo sobre as viúvas na Índia dos anos 30. Um filme sobre a anulação do papel pessoa em prol de um papel aparentemente menor, o de mulher. A submissão aos costumes de uma religião que por vezes só serve os interesses pessoais. E fez-me lembrar quantas atrocidades não se comentem mascaradas de interesses superiores e aparentemente grandiosos.
A domadora de baleias
Quem nunca quis desesperadamente agradar a alguém sem o conseguir? Quem nunca chorou por se sentir pouco capaz? Quem nunca pensou usar poderes mágicos para mudar alguma coisa?
Os Maoris. As lendas. Um povo. As baleias.
Romance e cigarros
É um musical interessante, divertido e profundo. Mostra um pouco a realidade da amante, da mulher atraiçoada e de como o homem decide quando se confronta com a escolha. E como diz uma minha amiga "alguns filmes baseiam-se em realidade, portanto o que lá acontece é provável que se repita na vida comum".
Magnólia
É um filme com uma carga emocional fortíssima. O confronto com a morte e com tudo o que as pessoas querem fazer quando a sentem por perto. É uma história de expiação dos erros do passado, num presente que se cruza com todos os personagens.
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Ísis Osíris
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1/02/2007
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