2 ª feira.
Sinto um ligeiro aperto no peito.
Não é um buraco fisico.
Parece-me de outra índole.
A televisão deu um estouro no fim de semana.
O telemóvel funciona intermitentemente.
O leitor de cds deu o último suspiro.
Mas o meu buraco não encontra as causas nestas avarias.
É um buraco provocado pela dor dos olhos dos outros.
Por não saber dizer nada.
Por pensar em coisa alguma.
Ainda é 2 ª feira, dia 9.
E amanhã, será que ainda cá estamos?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
terça-feira, 5 de agosto de 2008
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Ísis Osíris
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8/05/2008
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
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2/20/2008
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
PING...
PING...
PING...
PING...
PING...
PING...
PING...
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2/14/2008
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
A fantasia do longe que parece perto
Estás mesmo perto.
Eu também.
Mas não conseguimos vermo-nos.
Estranho... Como podemos não tocar, mesmo quando estamos perto.
Estás tão e só te consigo tocar naquela terra dos sonhos.
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Ísis Osíris
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1/31/2008
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domingo, 11 de novembro de 2007
Se pudesse, prendia os pés ao chão.
(....)
Enfiava a cabeça entre as nuvens.
(...)
Segurava a tua mão entre as sementes da minha mão.
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11/11/2007
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Cada lágrima que cAi
é
apenas mais um sol que brilhou noutro diA.
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Ísis Osíris
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2/15/2007
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
sábado, 10 de fevereiro de 2007
Como se escrever me fizesse não esquecer.
Como se escrever me fizesse perder.
Como se escrever fosse apenas a forma disforme de não ser esquecida.
Como se escrever pudesse prolongar a dor que não sei onde pôr.
Como se escrever fosse um acto de suicídio constante, a ver se nunca se torna real.
Como se escrever pudesse alguma coisa para além de escrever.
Como se escrever me fizesse chorar em silêncio.
Como se escrever me fizesse não lembrar.
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2/10/2007
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terça-feira, 23 de janeiro de 2007
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1/23/2007
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