Frankie Goes to Hollywood
A force from above
Cleaning my soul
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
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Ísis Osíris
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3/22/2007
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Marcadores: Poesias musicais
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3/22/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
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Ísis Osíris
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3/22/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
Sinto-me sozinha.
Sinto-me farta de estar com pessoas.
Só.
Enfartada.
Sinto-me só
mas não consigo ir ter com alguém.
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Ísis Osíris
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3/15/2007
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Marcadores: Emoções das Tulipas
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3/15/2007
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Marcadores: Poesias musicais
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3/14/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
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3/13/2007
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Marcadores: Poesias musicais
Inacreditável como o TRaBaLHo nos colhe toda a CRiaTiViDaDe...
Nota-se, não?
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3/13/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
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Ísis Osíris
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3/13/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
Esta semana, estava eu com um título de Tulipa Murcha, no MSN, quando fui abordada por um conhecido que me perguntou:
"Não terás tu a mania de arranjar problemas? Tens família, trabalho, dinheiro para viajar, não estás doente, imensos homens interessados em ti, amigos... Porque te sentes murcha e infeliz?"
Fiquei a pensar nisto. Sinto-me triste, porque nem sempre gosto das minhas atitudes e comportamentos. Sinto-me triste porque o meu amor não sabe para onde se dirigir. Sinto-me triste cada vez que me sinto mal amada. Sinto-me triste essencialmente por aquilo que me é mais importante: O amor, o que me tenho e o que lhe tenho.
Realmente posso ter a mania de arranjar problemas. É, até, muito provável que assim seja. Para quê maltratar-me e não me amar como mereço? Para quê, maltratar-me e esperar que um dia me amem como mereço? Para quê arranjar estes problemas? Simplificando? uhmmm... Não me parece que consiga! A mesma pessoa disse que eu sou muito complicada... Fica para a próxima!
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3/07/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
de Katherine Pancol
Colecção Dois Mundos
É um livro, que a meu vêr, não cativa pelo estilo literário, mas pelo conteúdo temático. Tal e qual o título explora de que forma é que o nosso passado, a nossa família e como as relações entre mães e filhos marcam as relações de intimidade no futuro.
Não sei bem se aconselho a ler... Mas é uma boa reflexão sobre o assunto: o excesso de amor e a falta dele, influenciam a forma como nos relacionamos com os outros!
Talvez me tenha identificado em algumas partes...
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Ísis Osíris
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3/05/2007
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Marcadores: Livros e mais livros do jardim
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2/25/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
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2/21/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
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2/21/2007
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Marcadores: As minhas meias-verdades
Há uma coisa que eu acho ser a origem de alguns conflitos, tristezas e sentimentos de angústia:
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2/20/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
Existem poucas coisas que me fazem sentir tão mal,
como quando sou ignorada ou se esquecem de mim...
É sempre nestes dias que me lembro de Jorge Palma:
"reduz às necessidades se queres passar bem"
Deve-se reduzir a todas as necessidades.
Necessidade de ser lembrado,
Necessidade de ser amado,
Necessidade de ser tocado,
Necessidade de ser ouvido,
Necessidade de ouvir,
Necessidade de ter coisas,
Necessidade de ser ou ter.
Acho que estou num processo de reduzir às necessidades.
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Ísis Osíris
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2/19/2007
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Marcadores: O quotidiano em história
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Ísis Osíris
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2/15/2007
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Marcadores: As minhas fotografias
Cada lágrima que cAi
é
apenas mais um sol que brilhou noutro diA.
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Ísis Osíris
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2/15/2007
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Marcadores: FaNTASIA
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Ísis Osíris
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2/15/2007
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Marcadores: Pequenos Nadas
A condução de um veículo pode ser solitário.
De repente parece que somos apenas nós e o volante, as rodas, o asfalto.
A condução pode ser libertadora.
Quando dói mais, carregamos no acelerador até ao fim.
Quando a dor já faz parte do nosso carpo,
andamos mais devagar.
Às vezes, não vemos as passadeiras nem as pessoas.
Às vezes não sabemos para onde vamos.
Às vezes achamos que ninguém nos vê.
E de repente, paramos numa passadeira,
porque vimos alguém.
Paramos e esquecemo-nos que estamos a chorar
e,
o nosso pranto cruza-se com o olhar do outro...
Que fica sem saber o que fazer.
Percebemos a hesitação em avançar, percebemos a hesitação em avaliar o que faz alguém andar de carro, com as lágrimas a dançarem ao som da música, que pede apenas para que voltes a acender a vela que se apagou com o vento fraco.
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Ísis Osíris
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2/15/2007
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Marcadores: O quotidiano em história