A arte de roubar...
... É um filme de Leonel Vieira, com actores portugueses, falado em Ingês, com paisagem do alentejo e filmado em estilo Tarantino! é no mínimo inédito e no máximo insólito. Vale a pena ter a experiência.
... É um filme de Leonel Vieira, com actores portugueses, falado em Ingês, com paisagem do alentejo e filmado em estilo Tarantino! é no mínimo inédito e no máximo insólito. Vale a pena ter a experiência.
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Marcadores: Emoções das Tulipas
Stay out super late tonight
picking apples, making pies
put a little something in our lemonade and take it
with us
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire
Tiptoe through our shiny
city with our diamond slippers on
do our gay ballet on icebluebirds on our shoulders
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire
Turn the light out say goodnight
no thinking for a little while
lets not try to figure out everything at once
It’s hard to keep track of you falling through the sky
we’re half-awake in a fake empire
we’re half-awake in a fake empire
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Marcadores: O quotidiano em história
Pressure
Pushing down on me
Pressing down on you
No man ask for
Under pressure
That burns a nuilding down
Splits a family in two
Puts people on streets
That´s OK
It´s the terror of knowing whta this world is about
Watching some good friends screaming
'let me out'
Pray tomorrow ,
gets me higher
Pressure on people
People on streets
OK
deeping aroundkick my brains around the floor
these are the days it never rains but in pour
people on streets
people on streets
It´s the terror of knowing whta this worl is about
watching some good friends screaming
'let me out'
Pray tomorrow,
makes me higher ,
higher,higher
Love,
love,
love,
love
insanity laughs under pressure we´re cracking
Why can´t we give ourselves one more chance?
why can´t you give love that one more chance?
Qhy can´t we give love,give love,give love,give love,give love....
Cause love such an old fashioned word and love dares you to care for the people on the edge of the night and love dares you to change our way of caring about ourselves
this is our last dance
this is our last dance
This is ourselves
Under pressure!
* Queen & Bowie
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Marcadores: FaNTASIA
Ontem um amigo disse-me que eu "era do tipo frigorífico". (Pelo menos, espero que ele se referisse a um Smeg Vermelho.)
A médica disse que me aconselhava, segundo as dicas da Sociedade Portuguesa para o Estudo de Obsidade. (Acho que me chamou obesa.)
De manhã,
não encontro disco que me apeteça ouvir (parece que colecciono música deprimente) e,
por isso os dias ficam cinzentos, um atrás do outro.
Tenho um jantar de aniversário, com 7 pessoas, onde sou a única rapariga. (Qualquer dia tenho um pénis).
O meu quotidiano anda a precisar de um abanão. Parece-me. Preciso de caminhar mais e procurar música mais animada e...
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2/13/2008
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2/13/2008
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Marcadores: Poesias musicais
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2/10/2008
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Marcadores: As minhas meias-verdades
Quem vem e atravessa o rio
junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar
Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.
Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.
E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento
E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa
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2/04/2008
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Marcadores: Poesias musicais
Estás mesmo perto.
Eu também.
Mas não conseguimos vermo-nos.
Estranho... Como podemos não tocar, mesmo quando estamos perto.
Estás tão e só te consigo tocar naquela terra dos sonhos.
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1/31/2008
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Marcadores: FaNTASIA
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Marcadores: Emoções das Tulipas
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1/15/2008
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1/09/2008
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1/08/2008
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1/07/2008
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1/07/2008
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Marcadores: As minhas meias-verdades
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhadaf
oi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Quero-te bem.
Encosta-te a mim.
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1/03/2008
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Marcadores: Poesias musicais